Sombras da Noite


(Dark Shadows, 2012, 113 min)

Ok, assisti ao filme Sombras da Noite, o qual eu ansiava há algum tempo por assistir. Os trailers me empolgaram bastante, e a parceria Burton / Depp costuma me agradar, salvo algumas excessões. Pois eis que este título entra na minha lista de excessões.

SOMBRAS DA NOITE

Fiquei bastante desapontado ao constatar que o que o filme tinha de bom estava nos trailers, e que o restante ficou muito aquém do padrão de qualidade de Tim Burton. Johnny Depp, creio, não pode levar culpa nessa: interpretou muito bem o que lhe foi dado. O pecado está na trama e na falta de timing (ao meu ver) das passagens mais humoradas.

O protagonista (Barnabás) é até cativante, mas o que parece é haver uma tentativa desesperada de enfiar drama e comédia dentro das quase duas horas de filme, e todo o filme acaba comprometido. Personagens secundários demais (muitos dispensáveis) e sem qualquer profundidade, estórias paralelas sem a mínima importância, fatos mal explicados, dentre outros, tornam o filme um blockbuster de qualidade média/baixa. Houve momentos em que lutei contra a vontade de usar o fast-forward, o que é lamentável.

 

Título: Sombras da Noite
Original: Dark Shadows
País: EUA
Elenco Principal: Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Eva Green.
Diretor: Tim Burton
Companhia: Warner Bros.
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1077368/

Not the Messiah: He’s a Very Naughty Boy


(Not the Messiah: He’s a Very Naughty Boy, 2009, 92 min)

Sim, amigos, eles voltaram. Bem, não todos eles, afinal John Cleese, por questão de outros compromissos, não pôde comparecer ao sensacional “Not The Messiah (He is a very naughty boy)” do grupo Monty Python.
Dessa vez, Eric Idle organizou uma peça para comemorar o Jubileu de Rubi (40 anos) do grupo, e resolveu atacar algo com o qual tinham mexido pouco até então: a música clássica. Essa peça é formada, salvo engano, por 120 coristas, 240 músicos da Orquestra Sinfônica da BBC regida por John Du Prez, um tenor, um baixo-barítono, uma soprano e uma mezzo-soprano, além de Eric Idle e participações de Carol Cleveland, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam. E como tema, nada mais, nada menos que a história de Brian (A Vida de Brian, filme de maior sucesso do grupo, produzido em 1979), com uma abordagem inédita e hilária, com variações da Lumberjack Song (além da original), Nudge-nudge, Biggus Dickus, César, Mandy, Reg, Judith, e muitas piadas velhas que ainda nos matam de rir.
Disponível em DVD e Blu-Ray, essa obra prima desse grupo a quem o humor tanto deve não pode passar batida pelo Brasil. Mais uma vez, para quem ainda não sabe, os Pythons ainda hoje influenciam grande parte dos humoristas mundo afora, Brasil incluso, e sua série televisiva, o “Flying Circus” foi e é sucesso mundial. Tenho a coleção toda (filmes e série) além de outras produções mais chatas de se encontrar, e, de certo, vale MUITO a pena.
ExcelenteFilmes aprova, recomenda e assina embaixo.

Até breve com mais uma indicação.

Título: Not the Messiah: He’s a Very Naughty Boy
Original: Monty Python: Não é o Messias (é um rapaz muito mal comportado)
País: Reino Unido
Elenco Principal: Eric Idle, Shannon Mercer, Rosalind Plowright, William Ferguson, Christopher Purves e participações de Carol Cleveland, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam
Companhia: Sony Pictures
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1616543/

Os Irmãos Cara de Pau


(Blues Brothers, 1980, 133 min)

Bem vindos novamente amigos do Excelente Filmes. Esse filme é um dos poucos musicais pós década de 50 que eu considero de nível bom. Os Irmãos Cara de Pau é uma comédia musical dos anos 80 dirigida por John Landis, estrelada por John Belushi e Dan Aykroyd que representam personagens criados para um quadro do Saturday Night Live na NBC. O filme se passa na cidade de Chicago – e cidades vizinhas -, Illinois e conta a história de redenção do condenado em condicional Jake Blues (John Belushi) e seu irmão Elwood Blues (Dan Aykroyd).

No dia em que Jake “Joliet” Blues recebeu a liberdade condicional após cumprir três dos cinco anos de pena por roubo a mão armada, seu irmão Elwood o aguardava na porta da prisão em um antigo carro da polícia (um Dodge Mônaco de 1974, com motor V-8) que ele havia trocado pelo microfone da antiga banda. Os irmãos então resolvem ir visitar o orfanato onde cresceram e lá descobrem, através da irmã Mary Stigmata (Kathleen Freeman) que o orfanato irá ser fechado a menos que US$ 5.000,00 em impostos sejam pagos. Jake logo diz que conseguiriam fácil levantar a quantia, mas a irmã Mary se sente ultrajada pela oferta de dinheiro sujo dos irmãos e os expulsa de sua sala à base de reguadas.

Ao saírem da sala e rolarem escada abaixo, encontram Curtis (Cab Calloway) um antigo fucnionário do orfanato que os viu crescer e que lhes diz para visitarem uma igreja batista cujo pastor é Cleophus James (James Brown). Na igreja, após o sermão de Cleophus, Jake tem uma “visão” e sai em busca de sua antiga banda com “uma missão divina” para completarem.

No meio do caminho para sua casa, Elwood passa um sinal amarelo e é parado por dois políciais. Ao checarem a habilitação de Elwood, eles veêm a informação do banco de dado para apreenderem o veículo e prenderem Elwood, porém ao voltarem para o carro dos irmãos Blues e tentarem efetuar a prisão são surpreendidos pela fuga deles. Aqui começa a primeira perseguição insana do filme, na qual os irmãos invadem um shopping center e causam a maior destruição nas lojas. A estratégia dá certo pois os políciais acabam por baterem seu carro e os irmãos chegam ilesos a seu destino.

Como se não bastasse serem perseguidos pela polícia, o que no caso de Jake significaria voltar para a prisão poucos dias após conseguir sua condicional, os irmãos são atacados por uma misteriosa mulher na entrada do prédio onde Elwood mora. A mulher descarrega uma bazuca na porta do prédio e sai em disparada, porém os irmãos escapam ilesos de mais essa e vão dormir. Na manhã seguinte a mesma mulher está de volta na frente do prédio e detona uma carga de explosivos que demole o prédio no exato momento em que a polícia se preparava para invadir o quarto dos irmãos Blues. Mais uma tentativa frustrada da mulher misteriosa, pois os irmãos conseguem milagrosamente escapar novamente – tanto dela quanto da polícia – e seguem com seu plano.

A caminho de se encontrarem com os antigos membros de sua banda, os irmãos descobrem que o tecladista Murphy “Murph” Dunne (Murphy Dunne) recrutou para sua banda – Murphy and the Magic Tones – o trombonisa Tom “Bones” Malone (Tom Malone), o baterista Willie “Too Big” Hall (Willie Hall), Steve “The Colonel” Cropper (Steve Cropper) e o baixita Donald “Duck” Dunn (Donald Dunn) e que estão tocando em um bar local. Após conseguirem com que esses membros concordem em tocar novamente com a banda, os irmãos Blues resolvem então irem atrás do trumpetista Alan “Mr. Fabulous” Rubin (Alan Rubin) e o encontram trabalhando como maître em um refinado restaurante francês.

Mr. Fabulous não se convenceu a voltar para sua antiga banda apenas com a conversa dos irmãos Blues então eles tiveram que apelar para uma tática mais agressiva: sentaram-se em uma mesa no meio do restaurante, fizeram pedidos e começaram a comer e beber ruidosamente, causando revolta em uma família que jantava em uma mesa próxima. Como Mr. Fabulous ainda se mostrou irredutível em sua decisão eles finalmente o convenceram ao ameaçarem voltar todos os dias ao restaurante.

Como o tempo urge contra eles, os irmãos Blues voltam à estrada no dia seguinte para procurarem pelos dois últimos membros de sua banda. No meio do caminho se deparam com uma aglomeração de pessoas bloqueando sua passagem e acabam por descobrir que a causa do tumulto era uma passeata realizada por um grupo neo-nazista “Illinois Nazis”. Sem muito tempo a perder Elwood acelera seu potente Dodge e atravessa a passeata, fazendo com que os nazistas pulem em um lago para não serem atropelados. Chegando a seu destino, os irmãos vão até um restaurante onde encontram e recrutam de volta o guitarrista Matt “Guittar” Murphy (Matt Murphy) e o saxofonista “Blue Lou” Mariin (Lou Marini) contra os protestos da esposa (Aretha Franklin) de Matt, dona no restaurante.

Mesmo com a banda novamente reunida, Jake não consegue arranjar um local para tocarem sua música e arrecadarem o dinheiro necessário. Uma noite, quando todos estão quase desistindo da banda, Jake e Elwood se deparam com um rancho chamado Bob’s Country bunker – um bar com temática country – e fingem que os donos do estabelecimento escreveram o nome da banda errado. Ao perceberem o tipo de música tocada no local a banda teve que mudar eu repertório para músicas como “Rawhide” e “Stand by Your Man” para conseguir acalmar os ânimos da platéia. Ao final da noite, os irmãos vão atrás do dono do bar em busca de seu pagamento e descobrem que pagar pelas bebidas consimidas – o que os deixaria no rejuízo – e ainda se encontram, já no estacionamento, com os Good Ol’ Boys, a banda que realmente tocaria naquela noite.

Mais uma vez os irmãos Blues consegue escapar de seus perseguidores que já somam: A força polícial de Illinois, A Mulher Mistreriosa, Os neo-Nazistas de Illinois e agora os Good Ol’ Boys. Descubra nessa eletrizante e dançante comédia como os irmãos Blues e a Blues Brother Band conseguirão lidar com todos seus perseguidores e ainda arrecadarem o dinheiro para o imposto do orfanato.

Diversão garantida para toda a família.

http://www.youtube-nocookie.com/v/tjGfnsjdJec&hl=en&fs=1&color1=0xe1600f&color2=0xfebd01

Título: Os Irmãos Cara de Pau
Original: Blues Brothers
País: EUA
Elenco Principal: John Belushi; Dan Aykroyd; Cab Calloway; James Brown; Murphy Dunne; Tom Malone; Willie Hall; Steve Cropper; Donald Dunn; Alan Rubin; Matt Murphy; Lou Marini; Aretha Franklin.
Companhia: Universal Pictures
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0080455/

Quando as Metralhadoras Cospem


(Bugsy Malone, 1976, 93 min)

Bem vindos ao Excelente Filmes amigos cinéfilos. Esse post é sobre um musical diferente dos que eu estou habituado a assistir… é, logo de cara, fácil classificá-lo como um ótimo filme da Sessão da Tarde.

Ambientado na Chicago de 1929, “Quando as Metralhadoras Cospem” é uma sátira musical infanto-juvenil sobre a época de ouro dos gangsters e dos bares clandestinos.

Bugsy (Scott Baio) é um boa pinta esperto que acaba se envonvendo com Fat Sam (John Cassini), um poderoso figurão da máfia local, no seu bar clandestino. A namorada de Fat Sam, Tallulah (Jodie Foster) acaba se apaixonando por Bugsy que por sua vez, fica fascinado por uma garota, Blousey Brown (Florrie Dugger), que vai em busca de trabalho no bar de Fat Sam como cantora e que alimenta o sonho de se tornar uma grande estrela em Hollywood. O maior inimigo de Sam é Dandy Dan, líder de uma gangue rival que faz tudo para acabar com os homens de Sam e as suas empresas na busca do domínio da cidade.

A guerra entre gangues acaba por pender para o lado de Dany Dan quando ele equipa sua gangue com uma revolucionária arma: Metralhadoras munidas à base de tortas.

Com esse novo trunfo em mãos, Dany Dan libera seus capangas para liquidarem os homens e os negócios de Fat Sam até que só lhe restem o seu bar e sua namorada.

Acuado, Fat Sam recorre ao único “homem” que restou ao seu redor e decide contratar Bugsy como seu novo capanga por causa de sua inteligência. Bugsy por outro lado se vê em uma encruzilhada: cumprir a promessa feita à Blousey de levá-la para Hollywood ou ficar e ajudar Fat Sam a vencer a gurra contra Dany Dan.

Confira em “Quando as Metralhadoras Cospem” o desfecho desse alegre musical no qual ser atingido por uma torta significa o fim da linha.

http://www.youtube-nocookie.com/v/TGc6bmODZyc&hl=en&fs=1&color1=0xe1600f&color2=0xfebd01

Título: Quando as Metralhadoras Cospem
Original: Bugsy Malone
País: Inglaterra
Elenco Principal: Scott Baio, Jodie Foster, Florrie Dugger, John Cassisi, Martin Lev
Companhia: Robert Stigwood Organisation Ltd.
IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0074256/

Nas Águas da Esquadra


(Follow the Fleet, 1936, 110 min)

Bem vindos novamente ao ExcelenteFilmes. Dando continuidade à série musicais feitos para o cinema entre os anos 30 e 50, falarei brevemente sobre Follow the Fleet, quinto filme da dupla Rogers & Astaire e aproveitou a carona do sucesso de seu filme anterior.

Bake Baker e Sherry Martin (Fred e Ginger) formavam uma dupla de dançarinos profissionais antes de a história do filme começar, porém após Sherry recusar o pedido de casamento de Bake eles se separam e cada um segue o seu caminho. A partir desse momento o filme mostra como Bake seguiu ao se ‘alistar na marinha para ver o mundo’ e agora retorna para São Francisco em uma licença e casualmente se depara com Sherry cantando e dançando em um clube local. Ambos ficam contentes de se reecontrarem anos depois da separação e acabam dançando novamente, e vencendo, no concurso promovido pelo clube.

Quando estavam de saída do clube, Bake e Sherry passam pelo dono do clube a quem Bake diz que sua amiga está muito acima do nível do local e consegue que ela seja demitida. Bake lhe diz para não se preocupar pois arranjaria algo melhor para ela no dia seguinte, quando pretendia apresentá-la a um renomado produtor de teatro, Jim Nolan. Porém, a liberdade de Bake é cancelada e ele volta para seu navio ainda na mesma noite e a frota segue rumo logo em seguida. Sherry fica novamente sozinha e dessa vez desempregada, no entanto, ela já está acostumada a se virar sozinha.

Paralelamente à história de Bake e Sherry acontece também a de Connie (Harriet Hillieard), irmã de Sherry e Bilge (Randolph Scott), companheiro de navio de Bake. Bilge é conquistado por Connie ainda no clube quando a vê bem produzida e quase se entrega ao descobrir que ela tem um navio que é herança de seu pai. Bem, o encanto de Bilge acaba quando, inadvertidamente, Connie meciona a palavra casamento.

Nesse ponto, as duas histórias se juntam e os marinheiros voltam para seu navio e partem com a frota. Ao retornarem novamente para São Francisco, Bake vai ao encontro de Sherry para se desculpar e, na manhã seguinte, decide ir procurar Nolan mas descobre que ele já tem uma estrela ensaiando para ele.

http://www.youtube-nocookie.com/v/gVYxekAaFRU&NR=1&hl=en&fs=1&color1=0xe1600f&color2=0xfebd01Seguindo com o outro núcleo da história, Bilge também volta para São Francisco, porém não vai à procura de Connie e acaba se envolvendo com uma outra mulher. Ao descobrir o novo romance de Bilge, Connie decide voltar a dar aulas de música em sua cidade natal, Bellport.

As armações de Bake para conseguir um bom contrato para Sherry e fazer com que Bilge volte para Connie vocês podem conferir em “Nas Águas da Esquadra”, quinto filme da dupla Astaire-Rogers que sempre nos presenteiam com belíssimos números musicais como “We Saw the Sea”, “I’m Putting All My Eggs in One Basket” e o sublime “Let’s Face the Music and Dance”.
Até a próxima.

Título: Nas Águas da Esquadra
Original: Follow the Fleet

País: EUA
Elenco Principal: Fred Astaire; Ginger Rogers; Harriet Hilliard; Randolph Scott e Lucille Ball.

Companhia: RKO

IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt0027630/

O Picolino


(Top Hat, 1935, 101 min)

Muito bem vindos ao ExcelenteFilmes. Começarei hoje uma série de posts sobre musicais feitos para o cinema entre os anos 30 e 50 e como primeiro filme falarei brevemente de Top Hat, o quarto filme da dupla Rogers & Astaire e seu primeiro grande sucesso.

Top Hat é uma comédia musical de 1935 na qual Fred Astaire interpreta um dançarino chamado Jerry Travers, que vai para Londres para estrelar em um show produzido por Horace Hardwick (Edward Everett Horton). No hotel no qual está hospedado, Jerry, ao dançar pela sala de seu quarto, acaba acordando a bela Dale Tremont (Ginger Rogers) que dormia no quarto logo abaixo. Ao ver Dale pela primeira vez, embora estivesse furiosa, Jerry isntantaneamente se apaixona por ela e diariamente lhe envia flores em um esforço inútil de desfazer o mal entendido.

Mais tarde, Jerry se disfaça de cocheiro de charrete e leva Dale para sua aula de equitação e acaba por ficar preso com ela em um coreto durante uma tempestade. É nesse ponto em que Dale finalmente começa a se deixar seduzir pelo charme de Jerry, porém erroneamente deduz que ele, cujo nome ela nunca soube, seja Horace, o marido de sua amiga, Madge Hardwick (Helen Broderick). Ao compreender a situação, Dale deseja partir de volta para os Estados Unidos mas é convencida por Alberto Bedini (Erik Rhodes), seu fã e estilista italiano, a aceitar um convite de Madge para se juntar à ela na Itália.
Antes de deixar o hotel londrino, Dale encontra mais uma vez com Jerry – que para ela ainda era Horace – e lhe dá um tremendo tapa no rosto sem nenhuma explicação. Preocupada com que o episódio do tapa se torne um escândalo, a direção do hotel resolve repreender um confuso Horace, que por sua vez coloca a culpa em Bates (Eric Blore), seu estranho criado. Após ordenar que Bates seguisse Dale, Horace recebe um telegrama de Madge dizendo que a senhorita Tremont está indo se encontrar com ela em Lido, Veneza. Radiante, Jerry se apressa em terminar suas apresentações em Londres e voa para Veneza acompanhado por Horace, que ainda nem deconfia que a bela Dale Tremont contou à Madge em seu quarto de hotel que seu marido havia feito insinuações maliciosas à ela. Na Itália, Jerry continua a ser confundido com Dale enquanto Horace é igualmente confundido pelas ameaças físicas de Alberto.
Descubra como os mal entendidos foram desfeitos no alegre e dançante desfecho de Top Hat. Como característica dos musicais dos anos 30, época em que o cinema vivia com maior intensidade o início de sua fase com sons, essa produção conta com belíssimas cenas de danças e uma trilha sonora impecável.

http://www.youtube-nocookie.com/v/HYHZh-xnqhE&hl=en&fs=1&color1=0xe1600f&color2=0xfebd01

Título: O Picolino
Original: Top Hat
País: EUA
Elenco Principal: Fred Astaire; Ginger Rogers; Edward Everett Horton; Erik Rhodes; Eric Blore ; Helen Broderick.
Companhia: RKO
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0027125/

Monty Python – Em Busca Do Cálice Sagrado


(Monty Python And The Holy Grail, 1975, 91 min)

Sejam mais uma vez bem-vindos ao ExcelenteFilmes, que hoje faz uma homenagem a um grupo de atores que revolucionaram a TV e o cinema mundial na década de 70. Monty Python comemoraram no dia 5 de Outubro seu quadragésimo aniversário desde a formação do sexteto originalmente formado por John Cleese, Arthur Graham Chapman, Eric Idle, Michael Palin, Terry Gilliam e Terry Jones, na Inglaterra, produzindo o programa Monty Python Flying Circus, caracterizado pelo humor sem noção do grupo.
Hoje falaremos de uma produção Pythonesca para as telonas, chamada Em Busca Do Cálice Sagrado. A película faz uma paródia com as Cruzadas Medievais e os Cavaleiros da Távola Redonda. Arthur Chapman interpreta Rei Arthur e busca súditos para fundar Avalon e encontrar o Santo Graal, que é sua missçao divina. O grupo, formado por Sir Robin, Sir Galahad, Sir Lancelot, Sir Bedevere e Rei Arthur, sai em busca do cálice sagrado enfrentado os mais absurdos perigos, os inimigos mais idiotas e as situações mais sem nexo que a mente humana pode conceber (se é que os Python eram, de fato, humanos). Dentre as cenas mais famosas, que vocês podem, inclusive, encontrar na página oficial do grupo no youtube, destacam-se a cena do Cavaleiro Negro, Os Cavaleiros-Que-Dizem-Ni, a discussão a respeito das andorinhas, dentre outras.
Monty Python é diversão na certa e para todas as idades. O humor deles não tem fronteiras, nem religiosas nem de raça: esculhambam a tudo e a todos (inclusive eles próprios) sem distinção e são a base para a maioria dos humoristas e programas de humor desde então, sendo difícil encontrar qualquer comédia que não tenha ao menos um pezinho nos ensinamentos do grupo britânico, ainda que muitos sequer saibam que tal grupo existiu.

http://www.youtube-nocookie.com/v/lfGpVcdqeS0&hl=en&fs=1&color1=0xe1600f&color2=0xfebd01

Título: Monty Python – Em Busca Do Cálice Sagrado
Original: Monty Python And The Holy Grail
País: Reino Unido (Inglaterra)
Elenco Principal: John Cleese; Arthur Graham Chapman; Eric Idle; Michael Palin; Terry Gilliam; Terry Jones.
Companhia: Michael White Productions
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0071853/